IDENTIDADE
Apresenta vegetação típica de regiões semiáridas com perda de folhagem pela vegetação durante a estação seca. Anteriormente acreditava-se que a caatinga seria o resultado da degradação de formações vegetais mais exuberantes, como a Mata Atlântica ou aFloresta Amazônica.
"vegetação da caatinga é adaptada às condições de aridez (xerófila)."
A caatinga é uma savana - estépica com fisionomia de deserto, que se caracteriza por um clima semi - árido com poucas e irregulares chuvas,
solos muito férteis e uma vegetação aparentemente seca.A vegetação muito reduzida por a falta da água nessa região.
Porém, este patrimônio encontra-se ameaçado. A exploração feita de forma extrativista pela população local, desde a ocupação do semi-árido, tem levado a uma rápida degradação ambiental. Segundo estimativas, cerca de 70% da caatinga já se encontra alterada pelo homem, e somente 0,28% de sua área encontra-se protegida em unidade de conservação.
Em 2010, no primeiro monitoramento já realizado sobre o bioma, constatou-se que a caatinga perde por ano e de forma pulverizada uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo. A área desmatada equivale aos territórios dos Estados do e do Maralhão e do Rio de Janeiro somados. O desmatamento da caatinga é equivalente ao da Amazônia, bioma cinco vezes maior.
Para reverter este processo, estudos da flora e fauna da caatinga são necessários.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Guia do MMA orienta sobre criação de UC'S
Florestas do Ministério do Meio Ambiente disponibiliza, para os gestores ambientais
e o público em geral, o Roteiro para Criação de Unidades de Conservação Municipais.
O roteiro foi concebido em linguagem acessível, de modo que os gestores
ambientais e demais interessados tenham facilidade no entendimento deste tema,
fornecendo todas as condições necessárias para os técnicos conduzirem todo
processo de criação de unidades de conservação, no âmbito de sua instituição.
O presente roteiro além de atender as diretrizes utilizadas nos processos de
criação de unidades de conservação, disponibiliza para a sociedade um importante
instrumento para que os órgãos do SISNAMA, presentes nos municípios, contribuam
efetivamente para ampliação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da
Natureza, colaborando para que o Brasil cumpra as metas e acordos oriundos da
Convenção da Diversidade Biológica – CDB.
Desejo que este roteiro ajude aos gestores ambientais e técnicos, em geral,
a participarem, de forma efetiva, na ampliação do Sistema Nacional de Unidades
de Conservação da Natureza, mostrando, para toda sociedade, que as unidades
de conservação permitem a compatibilidade entre desenvolvimento econômico e
preservação do meio ambiente.
Braúlio