IDENTIDADE
Apresenta vegetação típica de regiões semiáridas com perda de folhagem pela vegetação durante a estação seca. Anteriormente acreditava-se que a caatinga seria o resultado da degradação de formações vegetais mais exuberantes, como a Mata Atlântica ou aFloresta Amazônica.
"vegetação da caatinga é adaptada às condições de aridez (xerófila)."
A caatinga é uma savana - estépica com fisionomia de deserto, que se caracteriza por um clima semi - árido com poucas e irregulares chuvas,
solos muito férteis e uma vegetação aparentemente seca.A vegetação muito reduzida por a falta da água nessa região.
Porém, este patrimônio encontra-se ameaçado. A exploração feita de forma extrativista pela população local, desde a ocupação do semi-árido, tem levado a uma rápida degradação ambiental. Segundo estimativas, cerca de 70% da caatinga já se encontra alterada pelo homem, e somente 0,28% de sua área encontra-se protegida em unidade de conservação.
Em 2010, no primeiro monitoramento já realizado sobre o bioma, constatou-se que a caatinga perde por ano e de forma pulverizada uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo. A área desmatada equivale aos territórios dos Estados do e do Maralhão e do Rio de Janeiro somados. O desmatamento da caatinga é equivalente ao da Amazônia, bioma cinco vezes maior.
Para reverter este processo, estudos da flora e fauna da caatinga são necessários.
sábado, 12 de novembro de 2011
Mudança do código Florestal
Para começar, muda a definição do que são Áreas de
Preservação Permanente.
Passa a considerar que os mangues e as veredas, alguns
tipos de encostas e de topos de morros não são mais APPs.
Pode desmatar à vontade.
Também diminui a largura das matas ciliares, aquelas matas
que protegem as nascentes, rios, lagos, lagoas, mangues.
O Projeto de Lei também deixa barato o desmatamento de
APPs e Reserva Legal que foi feito até 2008 e não exige que
os proprietários recuperem essas áreas devastadas.
Dá uma anistia geral aos criminosos ambientais e não
valoriza quem respeitou a lei.
Um péssimo exemplo de responsabilidade e de civilidade, que
vem aumentando o desmatamento desde já.
O Projeto de Lei também cria uma lista interminável e flexível
de situações, que poderão justificar novos desmatamentos
nas APPs.
Essas exceções são tantas e tão vagas, que o Projeto de Lei
na prática acaba com grande parte das áreas que antes eram
protegidas pelo Código Florestal.
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